Ferramentas de Coaching 

Modelo 1- Swot Pessoal

Em planejamento estratégico, a análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats, em português – Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças) é uma maneira bastante eficiente de identificar os pontos fortes e fracos de uma organização, bem como examinar as oportunidades e as ameaças que poderão ser enfrentadas no mercado de atuação. Como resultado dessa análise, temos um relatório que contém informações a respeito de fatores internos da empresa (strengths and weaknesses, forças e fraquezas) e sobre fatores externos (opportunities and threats, oportunidades e ameaças). Mas, e se usarmos essa ferramenta em benefício próprio? Como poderia ser uma “análise SWOT pessoal”

Vamos já pensar em uma, já que, de acordo com o guru do Marketing, Philip Kotler, não existe produto maduro sem oportunidades, mas gerentes sem imaginação, podemos aproveitar a idéia e dizer que não existe um profissional sem oportunidades, mas sim a falta de visão na carreira.

Levando em consideração que cada um é responsável por sua própria carreira e que quando a mesma é bem administrada a sensação de autonomia é maior, é preciso saber a hora de nos atualizarmos e nos capacitarmos para as mudanças que sempre acontecem, onde quer que estejamos. É preciso ter autoconfiança, independentemente do porte da organização na qual nos encontramos, para saber onde estamos e onde, afinal, queremos chegar dentro de algum tempo, levando em conta determinadasforças macroambientais(econômicas, socioculturais, tecnológicas, mercadológicas) e agentes microambientais, em nível individual (formação, experiência, conhecimentos, capacidade de aprender, personalidade, aspectos financeiros). Claro, se a vida é de cada um, o mesmo pode-se dizer da carreira profissional em tempos de pensamentos, idéias e inspirações globalizados.

Para facilitar a analogia, é proveitoso saber que o objetivo da “análise SWOT”, dentro do planejamento estratégico, é apresentar um panorama completo não apenas de seu próprio negócio, mas também dos concorrentes e do ambiente de negócios em que se pretende entrar ou no qual já se atue. Este snapshottirado do ambiente de negócio como um todo, uma visão do terreno onde se encontra a empresa, serve de apoio para que as fraquezas da mesma sejam minimizadas e os pontos fortes, maximizados, melhor aproveitados, através de uma estratégia que contemple, ao mesmo tempo, as oportunidades do mercado e o que de melhor a empresa poderá fazer para aproveitá-las, sejam os pontos fracos de outros atores ou mesmo as brechas deixadas por esses. De igual forma, uma “análise SWOT pessoal” poderá mostrar um panorama de nossas qualificações e do momento profissional que atravessamos, com os mesmos pontos fortes e fracos. Logo, a partir dessas informações, descobriremos quais competências e conhecimentos temos que permitirão desbravar novos rumos na carreira e, por outro lado, quais competências e conhecimentos são necessários desenvolver para atender ou acompanhar as mudanças atuais.

Portanto, as questões levantadas por uma “análise SWOT” para a vida profissional seriam as seguintes:

STRENGTHS/FORÇAS:

Perceba: quais são as suas vantagens como profissional? O que você faz de melhor? O que o mercado, sua empresa e seus colegas percebem como sua maior força? Qual o seu grau de esclarecimento e informação sobre o mundo ao redor? Veja o que o leva a ter maior distanciamento de seus concorrentes no mercado de trabalho.

WEAKNESSES/FRAQUEZAS:

Identifique as áreas em que haja maior conflito: em que aspectos você pode melhorar? Que tipo de tarefa ou atribuição você ainda não faz satisfatoriamente? O que deve ser evitado? Existem queixas de seu superior direto? O que ainda não foi cumprido por você? O que ainda não está sendo entendido por você em sua área de atuação?

OPPORTUNITIES/OPORTUNIDADES:

Esforce-se para descobrir na sua área de competência as forças que possui e que não estão sendo bem utilizadas: existe alguma tendência do mercado que pode ser vista como o “pulo do gato” para você? Existe alguma área correlata à sua na qual pode investir e prestar um bom serviço ou oferecer um bom trabalho, mas nunca esteve antes? Quais as verdadeiras oportunidades à mostra no mercado de trabalho atual? Analise a situação e pense. Leia e estude muito. Atualize-se. Mantenha contato com seus colegas próximos e com aqueles que formam seu networking.

THREATS/AMEAÇAS:

Visualize o mundo exterior e seja também um pouco introspectivo para entender o que pode ser prejudicial à sua carreira. Que obstáculos existem pela frente? O que os demais profissionais, competidores como você, estão fazendo? Alguma nova tecnologia tem a ver com seu trabalho atual? As competências necessárias para sua área de atuação estão sendo alteradas? Você passa por problemas financeiros, de desenvolvimento ou algum outro não identificado? Você sente que, de forma geral, os demais profissionais, seus concorrentes no mercado, estão se fortalecendo ou existem outros fatores que podem impedir o seu sucesso na carreira?

Então, respondendo com consciência e uma certa abstração a essas perguntas, analisando nosso momento pessoal e profissional, podemos traçar o perfil que desejamos para nossa carreira e definir que rumos tomar a partir daí. Pode ser que já o façamos de outras maneiras, sem que se queira chamar de “SWOT” tal exercício, mas há que se ter em mente duas palavras quando tratamos de carreira: reflexão e planejamento. Duas simples palavras e uma mesma forma de encontrar um caminho.

Fonte: RH.com.br

 

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Modelo 2 - ANÁLISE DO CAMPO DE FORÇA:

Acompanhe os passos abaixo junto ao diagrama em anexo.

Passo 1: Defina sua situação atual. (O Problema) – Descreva o problema que você esta enfrentando, e que deseja encontrar uma solução.

Passo 2: Defina o seu objetivo (Resultado Esperado) – Descreva de forma sucinta, como seria o resultado esperado da solução deste problema. A melhor forma para que você se sinta plenamente satisfeito.

Passo 3: Identifique todas as possíveis forças impulsionadoras – Faça uma lista das possíveis forças impulsionadoras que podem lhe auxiliar neste processo.

Passo 4: Identifique todas as possíveis forças contrárias – Faça uma segunda lista com as forças contrárias que podem prejudicar ou interferir no desenvolvimento deste processo.

Passo 5: Análise as forças, concentrando-se em:

  • Redução das forças contrárias de resistência
  • Fortalecimento ou adição de forças impulsionadoras e favoráveis ao processo.

Passo 6: Desenvolva um plano de ação para atender os itens acima – O Plano de ação deve ser algo pratico, e que você possa iniciar sem dependência de terceiros, e que possa apresentar um resultado positivo para você e o meio no qual você convive. Toda mudança provem da ação. Se criarmos um plano de ação ágil, teremos um índice muito maior de mudança. é sempre bom lembrar que qualquer processo de coaching deve ser desenvolvido visando atitudes reais e concretas, e que ter determinação para sair da zona de conforto, e tomar uma atitude, é o principal principio de qualquer processo de desenvolvimento pessoal.

Modelo 3-Mapa da Jornada

Mapa da Jornada

Basicamente, o Mapa da Jornada é uma linha do Tempo, na qual plantamos memórias do futuro e podemos visualizar graficamente todos os passos que serão necessários para construirmos nosso novo cenário, nossa Visão de Futuro, desde o ponto em que estamos, até alcançar o objetivo desejado. Ele pode ser simples, representado apenas por uma linha, ou mais complexo, representado como um fluxograma detalhado de cada passo apresentado.

Vamos criar um modelo simples como exemplo. Uma das características do Mapa da Jornada é que sua construção se incia com o planejamento a partir do fim do processo,a partir do ponto que queremos alcançar. Para isso é necessário que antes você já tenha um objetivo definido, bem detalhado, clara e objetivamente. Passo a Passo

Como exemplo do processo, vamos estabelecer a seguinte meta: fazer uma viagem a Paris . 

Lembre-se de que é importante especificar corretamente o objetivo, e é nesta primeira etapa que devemos fazer isto.

Viagem a Paris 
Data : verão de 2012
Observações: tirar o passaporte
Como este é só um exemplo, vamos utilizar os dados de forma simplificada, estas informações serão o suficiente para este processo. Começaremos o processo pelo objetivo já realizado, que é a viagem a Paris. Como a PNL nos alerta, quando especificamos um objetivo ele deve já fazer parte de nossa vida, deve estar bem definido em nossa mente. Vamos então ao inicio:

17/08/2012 – meu aniversário;desembarque em Paris;
15/08/2012 – Preparando as malas e escolhendo os lugares que vou visitar ;
13/08/2012 – Festa de despedida com amigos e parentes;
03/06/2012 – Compra de passagens e reserva de hotel;
20/04/2012 – Pesquisar passagens e hoteis em Paris;
07/03/2012 – Verificar passaporte;


Definindo um Objetivo: VIAGEM A PARIS
Este foi um pequeno exemplo de como deve ser feito um Mapa da Jornada. Logicamente que quanto mais é for contruído utilizando todas as informações obtidas em uma análise criteriosa e uma correta Especificação de Objetivo, mais ele terá mais passos a serem seguidos, e o tempo poderá ser melhor desenhado, definido.

Após a conclusão do Mapa da Jornada, é importante verificar a consistência de cada passo, se não falta nenhuma observação ou ação que seja importante para a realização do objetivo desejado. Isso pode ser obtido aplicando ferramentas como a Análise de Metas Smart, por exemplo. É sempre altamente recomendado que a construção de um Mapa da Jornada seja parte de um Processo de Coaching e que, portanto, seja feito com a supervisão de um Coach, pois o mesmo poderá auxiliar na correta forma de estabelecer seus passos, como também na congruência dos mesmos.

Caso tenham gostado deste modelo, entre em contato para verificar a disponibilidade de realizar uma sessão de coaching para aprender a especificar seus objetivos e realizá-los.

Boa jornada.

 

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